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Crise Mundial

Crise Mundial

O filósofo Epictetus disse: “o que incomoda o ser humano não é o evento, ou aquilo que aconteceu, mas como ele julga aquilo que aconteceu”. Se contemporizarmos o sábio da Grécia e traduzirmos “incomoda” por “estressa” teremos uma grande dica no momento em que a mídia explora fartamente a “crise mundial”. Sempre dei muitas palestras em grandes empresas sobre estresse, seus malefícios, seus benefícios e como gerenciá-lo e isto incentivou muitas e muitas pessoas a fazerem mudanças internas e externas em sua forma de encarar o trabalho, a profissão e até a vida. Mas era quando as pessoas, no final da palestra ou do treinamento, experimentavam os efeitos de alguns exercícios de yoga, como posturas e respiração (que podem ser feitos até no escritório)  que eram tocadas diretamente e vislumbravam uma saída do redemoinho dos agentes estressores. Só teoria e especulações de uma notícia negativa podem levar um ser humano a sintomatizar “n” reflexos do estresse e podem levá-lo à loucura. Um pouco de prática de yoga pode abrir um universo de possibilidades para você sair da confusão mental, como a gerada pelos meios de comunicação neste momento com a repetitiva, insistente e pessimista noção de uma “crise mundial”. Tanto uma notícia verdadeira quanto uma notícia mentirosa podem levar ao estresse. O seu organismo não interpreta, ele só recebe a interpretação da sua mente, do que você acha do que acontece a sua volta. O mundo torna-se como você o vê. É na crise e nos momentos adversos que se mede a força de uma pessoa de enfrentar com calma e lucidez a situação. O alicerce desta calma e lucidez está no efeito rápido dos yogasanas, dos pranayamas, e da meditação. Há uma confusão externa que caminha para um caos externo, mas isto não tem que levar você a uma confusão interna.
É básico:
- Mais confusão externa = mais yoga para manter a clareza interna.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 22h38
Reduza o efeitos da crise

Reduza o efeitos da crise

crédito - Roberto Setton

SETU BANDHA SARVANGASANA - Esta variação restauradora desta postura, com o auxílio de alguns acesssorios como almofadões e cintos, facilita a permanência e traz profundos efeitos para a redução dos efeitos negativos do estresse. Por isto é um dos asanas que fazem parte da sequencia para o estresse.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 22h36
Força para o Sistema Imunológico

Força para o Sistema Imunológico

Invertidas - os asanas invertidos são os mais nobres, o sarvangasna, por exemplo, ajuda os sistemas do corpo,- imunológico, nervoso, glandular endócrino- para que se comuniquem melhor, facilitando a fisiologia do corpo e aumentando nossas resistências. 



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 13h41
Apoio fraternal, viva os Yogues!

Querido Sandro Bosco Quanta sabedoria nos seus comentários, histórias, aforismos, pequenas lições de uma grande vida. Tudo que você escreve cala fundo no meu coração, ressoando a verdade, a sinceridade, a verdadeira experiência de quem tem vivido muito bem a sua vida...Parabéns, querido amigo de mais de 30 anos... Que seu blog traga muitos benefícios a todos os seres...
Mirna Grzich -  14/10/2008 23:37

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Querida Mirna, muito obrigado!!! Seu comentário é uma honra e um enorme estímulo para eu continuar, pois, vindo de você, que além de uma grande jornalista que é, vem de uma amiga e irmã na busca da verdade, pelos caminhos que o Oriente nos oferece, para desvendar o Ser Interior. Namaste! Sandro



Sandro Bosco às 13h35
Energia cósmica

Energia cósmica

Queridos visitantes do Blog do Yogue, veja só, abaixo postei o comentário do Milton que  traz um acréscimo super rico do post "Antes do nascer do sol" de  14/10/2008 08:19h, deste blog, para honrarmos melhor a energia cósmica do Sol e nos motivar a acordar bem cedo. Sempre lembrando que temos esta estrela, o Sol,  fundamental para a vida no nosso planeta a nos  iluminar, e que está no cosmos, portanto este calorzinho gostoso que nos esquenta e esta luz que nos ilumina é ‘pura energia cósmica”. Nos Vedas há uma “oração universal” muito linda, onde os sábios oravam nos dois últimos versos.

Visvam subhutam suvidatram no astu
Jyogeva drsyema suryam
Que tudo que é nosso floresça e seja uma ajuda para o conhecimento. E que vejamos o Sol por muito tempo.

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Bom dia à todos! Durante o período que estudei esoterismo e outras ciências (7 anos), li um livro que citava a influência do Sol sobre as pessoas, e que todos sabemos ser algo de extrema importância como é o caso das vitaminas D, pois bastam 15 minutos diários nos período das 7h às 9h para recebermos gratuitamente essa energia maravilhosa. A recomendação do livro que encontrei sobre o assunto, dizia para deixar a cabeceira da cama virada em direção do nascer do Sol para o recebermos as energias solares nos primeiros instantes do dia. Paz Inverencial!
Milton F Moura - 15/10/2008 09:03



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 13h22
Dia do Professor

Hoje é um dia especial porque é o dia do professor. Encontrei muitos professores até hoje de yoga e meditação que me abriram a mente, o coração, e a vida. Encontrei verdadeiros seres iluminados que mudaram minha vida a cada dia pelo que me ensinaram e me fizeram vivenciar na pele e nas células o yoga . A todos eles agradeço, agradeço e agradeço.
Mas logo no inicio do inicio tive dois professores que muito me inspiraram e que presto hoje minha grande homenagem a eles.
Obrigado Adriano Colângelo.
Prof. Adriano, italiano de origem, não foi meu professor de Yoga  mas contribuiu como tal. Na escola que estudei nos meus 17 anos ele era professor de Historia das Artes, mas 90% dos alunos não se interessavam e ficavam conversando num canto da sala e nós interessados sentávamos em uma pequena rodinha que se unia a ele que nos inspirava no lado esotérico da arte ocidental e oriental. Ele é um grande artista plástico, do signo de áries, uma pessoa profunda, e trabalhava na época com piro grafia  e era praticante de arte marcial. Não sei se falo no presente ou no passado, pois faz anos que não o vejo e perdi o contato, adoraria ter noticias dele. Depois freqüentei sua casa em S.Paulo, um local incrível numa vila, uma casa lotada de peças de arte e obras de autoria dele e que  era como um outro mundo para mim. Um mundo interior que eu acreditava. Eu era iniciante na Yoga e ele me encorajava. Foram momentos definitivamente importantes naquele meu inicio. Logo depois conheci o suíço Willie Wrtz, ficamos amigos, como Colângelo, foram amigos e mestres  para mim. O Sr. Wrtz teve uma missão e papel fundamental para todos nós praticantes de yoga deste país, ele com o prof. carioca Caio Miranda, Jean Pierre Bastiou e outros aspirantes e professores da desconhecida yoga até então, fundaram em Resende, estado do Rio de Janeiro, o “Amopax”, Amor e Paz. Era um monastério de yoga como chamavam. A primeira comunidade de yoga do Brasil. As primeiras práticas de yoga em grupo nestes país aconteceram lá, uma vida monástica na década de 50. E Willie Wrtz, que era um praticante e não um  professor de yoga, me ensinava muito sobre yoga, naturalmente, o tempo todo, e me contava da rotina e das expeirências comunitárias yogues do monastério Amo Pax, que me fascinavam. Além de vegetariano restrito, profundo conhecedor da agricultura biodinâmica, praticava jejum para desintoxicação da mente e do corpo e me orientou nestes assuntos tão “esotéricos” na época aqui. Seu olhar era vivo e verdadeiro. Foi uma grande fonte de inspiração para mim.
Tinha já uma idade avançada quando eu o conheci e uma energia de jovem, caminhava na cidade e no campo, onde fizemos boas caminhadas, com uma disposição assustadora.
Não tive mais notícias dele, adoraria saber mais, mas com certeza ele não está mais aqui entre nós, mas a onde sua luz estiver neste momento infinito, receba meu total respeito e gratidão.

 

Professor WILLIE WRTZ



Sandro Bosco às 17h29
Tonifique o baço e o fígado

Tonifique o baço e o fígado

 

 

PARIVRITTA JANU SIRSHASANA

 

Parivrittatorcido, revirado.

Janu – joelho

Sirsha – cabeça

 

Esta é uma variação de Janu Sirshasana , onde o tronco fica torcido para alcançar o pé da perna estendida com as duas mãos.

 

BENEFICIOS: todos os benefícios de Janu Sirshasana como tonificar o fígado e o baço; essa postura faz o sangue circular por toda a coluna , aliviando as dores nas costas.  Este é um asana muito revigorante.

 

Fontes: Light on Yoga – B. K.S. Iyengar – Editora Harper Collins

 



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 17h22
Relaxe antes

Relaxe antes

 

Shavasana - Asana significa posição ou postura e Shava significa cadáver, pela alusão ao corpo que não deve mover-se. É normalmente praticado após os asanas -posturas- como um fechamento energético do corpo e um tranquilizar do sistema nervoso. Experimente práticá-lo pelo menos 03 minutos antes da sua prática de asanas, como uma verificação natural de como está sua respiração , sua mente e seu corpo. Em sahavasana você pode observar as diferenças da posição dos membros, das costas, da coluna e do quadril e assim entrar com mais consciência na prática dos asanas. Funciona como uma breve e eficiente pausa para honrar melhor o início da prática.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 08h52
Antes do nascer do sol

Antes do nascer do sol

 

 

Um aluno me perguntou:


Qual é a melhor hora para meditar?


O período da manhã bem cedo é tradicionalmente o melhor. Não só para meditação mas também para os pranayamas – respiração yogue - . 

Em ahrams (comunidades de yoga,  a casa onde reside o Guru)  que eu morei e freqüentei estas práticas começam 3:30h da manhã. Entre este horário e 5 da manhã é o momento mais auspicioso. Para práticas como dhyana – meditação - , pranayamas, swadhyaya – canto e recitação de mantras – neste período você colhe os maiores benefícios. Contudo alguns yogues alertam que antes do nascer do sol a sua prática proverá benefícios espirituais e após este período benefícios mundanos. Este período é chamado de Brahmamuhurta . Mas imagine que horas você precisa ir dormir para acordar neste horário. Então eu recomendo que você  não deva eliminar a sua possibilidade e anseio de praticar regularmente por não poder seguir hoje estas recomendações yogues. Vale lembrar que as vezes o “ótimo é inimigo do bom”. É provável que sua rotina urbana de  trabalho, filhos, estudos, etc ... ainda não permita este tipo de austeridade. Como uma casa se constrói por partes, também o sadhana-caminho ou prática espiritual – deve ser erguido com paciência e por partes para ter solidez. Vá experimentando.



em Espiritualidade
Sandro Bosco às 08h19
Uma linda postura

Uma linda postura

 

DWI PADA VIPARITA DANDASANA

DWI  significa dois
PADA – Pé
VIPARITA – Invertido
DANDA - Bastão

BENEFÍCIOS: Mantém a coluna saudável enquanto expande completamente o tórax. Alivia dores na região do cóccix, alivia a diarréia, cólicas abdominais, a flatulência e a indigestão.  Esse asana é considerado um benção para pessoas que sofrem de distúrbios emocionais, acalma a mente e reequilibra oscilações de humor.

CUIDADOS: Se tiver problemas no pescoço peça orientação a um professor experiente.  Não pratique essa postura se tiver enxaqueca,dor de cabeça por tensão.

Fonte: Light on Yoga . B.K.S. Iyengar – Editora Harper Collins.
           Yoga para a saúde da Mulher. Linda Sparrowe – Patrícia Walden – Editora Pensamento.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 22h00
Aceitação e rejeitação

Aceitação e rejeitação

A canção de Yunus

Era uma vez um homem que se chamava Yunus e muito desejava o conhecimento. E, em busca dele, andou e andou, até que, finalmente, encontrou um grande mestre e este o aceitou por discípulo.
O tal mestre era cego e tinha uma mulher que o guiava. Ela era os seus olhos.
Yunus foi viver com eles e os outros discípulos. O lugar era simples; pequenas casas que se organizavam em torno de um amplo pátio. E o mestre deu-lhe por missão varrer diariamente o pátio central. Assim fazia então Yunus: todo o dia, com a vassoura na mão, trabalhava e trabalhava.
De manhã, o mestre atravessava o pátio. Saía de sua casa, e o atravessava sempre guiado pela mulher, até o outro lado, onde ministrava os seus ensinamentos aos outros discípulos. Yunus, então, parava de varrer e, ansioso, esperava que o mestre lhe dirigisse uma palavra qualquer: Mas ele se ia, sem nada dizer: Yunus voltava a varrer e a esperar: assim se passou sete anos, sem nada mudar. Yunus começou a se inquietar: pensava:
- Vim para cá em busca de conhecimento. Mas até agora nada aprendi. O mestre me despreza. Nunca me permite juntar-me aos outros e só me faz varrer: mas aqui a gente o bastante para compreender o seu ensinamento... e etc. etc.
Ia assim pensando Yunus, quando se repente lhe ocorreu:
- Ah! Talvez o mestre me esteja ensinando a humildade. Claro! Como é que não percebi isso antes?
E Yunus, agora motivado, voltou a varrer e a varrer, com entusiasmo. E todas as manhãs o mestre atravessava o pátio, guiado por sua mulher, e Yunus esperava que lhe dirigisse a palavra, ansiosamente, mas o mestre passava sem sequer percebê-lo.
E um dia Yunus começou a cantar enquanto varria, só para ouvir uma voz humana.
E varrendo e cantando, varrendo e cantando, prosseguiu.
Mais sete anos se passaram e Yunus enfrentou uma nova crise:
- Afinal, o que tenho eu aprendido aqui? Tenho passado toda a minha vida varrendo este pátio. Enquanto os outros discípulos podem desenvolver o espírito e a mente, ampliar a consciência, ouvindo o mestre. Mas a mim não me é dada a menor chance. Também, vai ver que não sou bom o bastante para juntar-me aos outros. Vai ver que não sirvo mesmo para nada...
E, em meio a tais pensamentos, Yunus não dormiu aquela noite. Já amanhecia quando afinal lhe ocorreu:
Ah! Já sei! O mestre quer, com isso, ensinar-me a paciência.
Voltou, então, a varrer, mais motivado. E o mestre atravessou o pátio, guiado por sua mulher, e Yunus esperou que lhe dirigisse a palavra, mas o mestre nem sequer se deu conta dele.
E Yunus varreu, varreu, varreu e cantou, cantou, cantou, só para ouvir uma voz humana. E cantava qualquer coisa que lhe viesse á cabeça.
Sete anos assim se passaram, quando Yunus experimentou mais uma crise. E esta foi tão forte, tão forte, que não viu outra saída senão abandonar o mestre e sua comunidade, e no meio da noite, Yunus se foi sem nada dizer:
E ele foi andando, andando, sem parar. Muitos dias Yunus andou, sempre em frente. E atravessou um deserto, andando e andando, até que caiu de fome, cansaço e sede. E ele pensou que a morte havia chegado o fim, quando desmaiou. Voltou a si atendido por um homem muito alto que o carregou nos braços para a sua aldeia, deu-lhe de comer e beber e o fez descansar num leito macio.
A aldeia em que agora Yunus se encontrava era um lugar especial. Havia flores e jardins por todos os lados, e seus habitantes eram muito alegres e generosos e tudo dividiam entre si.
Depois de conviver ali alguns dias entre aquelas pessoas de ânimo maravilhoso, Yunus foi convidado a ficar. Mas curioso de saber por que eram assim tão agradáveis, sinceras e amigas, lhes perguntou:
- Como conseguem ser tão alegre e bons?
O homem que levara Yunus para a aldeia respondeu:
- Sabe? Não fomos sempre assim, não. Éramos, antes, tristes, como na maioria das aldeias e cidades.
Éramos egoístas também, violentos, amargos, rancorosos. Mas um dia o vento nos trouxe uma canção que nunca soubemos de onde vinha. E esta canção nos transformou no que hoje somos.
- Uma canção? - perguntou Yunus. Mas que canção é essa, com tamanho poder? Cante-a para mim.
E toda a aldeia cantou para Yunus a canção que os transformara e que ali chegara trazido pelo vento.
Yunus reconheceu:
- Mas esta é a minha canção. A canção que eu cantava enquanto varria o pátio, só para ouvir uma voz humana.
Então Yunus despediu-se dos amigos e da aldeia e voltou correndo para a sua antiga comunidade. E correndo, correndo, sempre em frente, ele atravessou outra vez o deserto e finalmente chegou.
Era noite, já, e quem o recebeu foi a mulher do mestre. Ao encontrar Yunus narrou a ele o quanto o mestre se entristecera com sua ausência. E muitos dias lamentou. Até que nos acostumamos a viver sem você.
Agora não tenho certeza se ele o aceitará de volta. Mas vamos fazer o seguinte: como já é noite, você se deita no pátio e dorme. De manhã, atravessaremos o pátio, como fazemos todos os dias. E eu darei um jeito para que ele tropece em você. Se ele disser: " Quem é esse que está ai?", você parte, porque isso significa que seu mestre já não o reconhece mais. Entretanto, se disser: " Ô, Yunus, que bom que você está de volta", ai você pode ficar.
Yunus assim fez.
De manhã, quando o mestre atravessava o pátio, tropeçou em seu corpo estendido no caminho e disse:
- Ô, Yunus, que bom que você está de volta.
Yunus, então, pegou sua vassoura e começou a varrer e a cantar. E sua canção ia sendo levada pelo vento, e misturava-se á poeira, espalhando-se por todos os lados, e até nas folhas e flores, nas árvores e na grama, penetrando pelas frestas das portas e janelas, invadindo tudo, todos os lares e todos os corações.
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Esta parábola pode nos fazer refletir sobre muitos aspectos da relação mestre e discípulo. Mas lembre nas relações e na vida, que, rejeição e aceitação são aspectos da dualidade. O yoga pode nos levar a tratar com equanimidade estes dois impostores. Ser aceito e não ser aceito. Ser amado e não ser amado. Faces e faces da realidade dual. Yoga nos dará a unidade. A capacidade de não sofrer com as diferenças.



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Sandro Bosco às 17h51