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Morada do Yoga

Morada do Yoga

 

 

 

 

 

 

Informações e inscrições:

http://www.yogadham.com.br



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 09h39
Pés no chão

Pés no chão

Para os asanas  - posturas - de pé necessitamos firmá-los (os pés) bem no chão, bem como firmar as pernas e coxas, isto constroe uma estabilidade emocional, uma quebra da inércia física, uma posterior sensação de expansão. O uso correto do tônus muscular organiza as emoções.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 09h33
Hoje, encontro de meditadores

Hoje, encontro de meditadores

"Quando, com a mente focada e livre de pensamentos, o buscador contempla seu corpo inteiro ou o universo inteiro de uma só vez como sendo a natureza da consciência, ele experimenta o despertar supremo." Vijnana Bhairava

A melhor razão para se fazer qualquer meditação é que você goste. Este é um conselho que provem da autoridade do sábio Patanjali (260 a. C.) em seu Yoga Sutra, ele termina o seu capítulo de concentração dizendo “ Concentre aonde quer que a sua mente encontre satisfação”. Como eu posso saber se a minha mente está encontrando satisfação em algo ? Primeiro você deve gostar ou conseguir relaxar através de um instrumento ou o objeto da meditação. Segundo, deve trazer a você uma sensação de paz. Se você tiver que trabalhar extenuantemente significa que é uma técnica errada para você.



em Espiritualidade
Sandro Bosco às 09h18
Encontro de meditação

Encontro de meditação

 

 

 

 

A pratica da Meditação

Um convite muito especial a todos aqueles que acompanham este blog!!!!!

Não percam, com a minha orientação, todas as quintas-feiras, às 20h00, na Escola Yoga Dham.

 

 

 

Inscrições e informações acesse:

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em Aprender e ensinar
Sandro Bosco às 16h08
Será mesmo?

Será mesmo?

Quem sabe?

Esta parábola para você refletir hoje, eu já li contada em várias versões sempre parecidas e pode trazer uma profunda reflexão sobre a forma como você lida com os fatos. Ela não é complicada mas também não é tão simples. Ela pode nos ensinar uma das preciosas escolhas transformadoras da vida: julgar ou não julgar.

Havia um velho que possuía um belíssimo cavalo branco. Grandes ofertas lhe foram feitas pelo animal, mas mesmo sendo muito pobre o velho se recusava a vendê-lo.
Certa manhã, porem, ele verificou que o cavalo não estava no estábulo. Toda a vila se reuniu e disse:
- Seu velho tolo, nós já adivinhamos que algum dia o cavalo seria roubado. E você é tão pobre, como poderia proteger tal preciosidade? Teria sido melhor vendê-lo. Você teria conseguido qualquer preço que pedisse qualquer preço. Agora o cavalo se foi. É uma maldição um azar.
- Não vão tão longe, digam simplesmente que o cavalo não está no estábulo. Este é o fato. Todo o resto é julgamento. Se for um azar ou não, como podem saber? Como podem julgar? – perguntou o velho.
O povo contestou:
- Não tente nos fazer de bobos. Um tesouro foi perdido, é um azar.
Disse o velho:
- Eu me prendo ao fato de que o estábulo está vazio e que o cavalo se foi. Todo o resto eu não sei. Se for um azar ou uma benção, porque isso é apenas um fragmento. Quem é que sabe o que vem depois?
O povo riu. Eles sempre o acharam era um pouco doido, se não o fosse teria vendido o cavalo e vivido com fatura. Mas vivia como um lenhador, estava muito velho ainda cortando lenha, trazendo madeira da floresta para vender. Vivia da mão para a boca, na miséria e na pobreza. Agora, estava mesmo comprovando que era louco.
Depois de quinze dias, subitamente, uma noite o cavalo voltou. Não havia sido roubado; havia fugido para a floresta. E não só voltou como trouxe com ele uma dúzia de cavalos selvagens. Novamente o povo se reuniu e disse:
- Velho você estava certo e nós estávamos errados. Não foi um azar, mas uma bênção. Pedimos desculpa pela nossa insistência.
Respondeu o velho:
- Mas uma vez vocês estão indo longe demais.
Digam apenas que o cavalo voltou e digam que doze cavalos vieram com ele, mas não julguem. Quem é que sabe se isto é uma bênção ou não? É apenas um fragmento. A menos que saibam toda a história, como podem julgar? Vocês lêem uma página de um livro, como podem julgar o livro todo? Vocês lêem uma frase numa página, como podem julgar a página inteira? Vocês lêem uma única palavra em uma frase, como podem julgar a frase toda? A vida é tão vasta – um fragmento de uma palavra e vocês julgaram o todo! Não digam que isto é uma bênção, ninguém sabe.
Desta vez o povo não pôde falar muito. Talvez o homem estivesse certo outra vez. Por isso ficaram quietos, mas, no fundo, sabiam muito bem que era uma bênção. Doze cavalos lindos tinham vindo com o fugitivo. Com um pouco de adestramento, poderiam ser todos vendidos e renderiam muito dinheiro.
O velho tinha um filho jovem, um único filho. O jovem começou a adestrar os cavalos selvagens e quebrou as pernas. O povo reuniu-se de novo e julgou outra vez. O julgamento vem tão depressa! E disseram:
- Você estava certo novamente, provou estava certo. Não era uma bênção, era outra vez uma maldição. Seu único filho perdeu as pernas e, na sua velhice, ele era seu único apoio. Agora você está mais pobre do que nunca.
Disso o velho:
Vocês estão obcecados pelo julgamento. Não vão tão longe. Digam apenas que meu filho quebrou as pernas. Quem é que sabe se é uma maldição ou uma bênção? Ninguém sabe. Novamente um fragmento e nada mais lhes é dado. A vida vem em fragmentos e o julgamento é sobre o total.
Aconteceu que depois se algumas semanas o país entrou em guerra com um país vizinho e todos os jovens da vila foram forçados a se alistar no exército. Apenas o filho do velho foi dispensado porque estava aleijado. O povo reuniu-se, gritando e chorando, porque, de todas as casas, os jovens foram tirados á força. E não havia possibilidade deles voltarem, pois o país inimigo era um grande país e esta era uma luta perdida. Eles não voltariam.
Eles vieram até o velho e disseram:
- Você estava certo, velho! Deus sabe você estava certo. Isto provou ser uma bênção. Seu filho pode estar aleijado, mais ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre. Pelo menos o seu está vivo e com você, e aos poucos ele vai começar a andar. Talvez ainda fique um pouco manco, mas estará bem.
E disse o velho outra vez:
 - È impossível falar com vocês, sempre e sempre, julgando. Ninguém sabe! Digam apenas isto: que seus filhos foram obrigados a entrar no exército, no serviço militar, e meu filho não, mas ninguém jamais será capaz de saber.
Só Deus sabe.

Independente da sua idade você já pode observar, olhando para trás, quanto desperdício de energia em ter julgado antecipadamente os fatos. Observar os fatos é o “B, A, BA” do sábio. É a meditação na ação. Você pode pensar no cerne desta parábola como um exercício de meditação. Há uma transformação poderosa de paradigma ao por em prática certas mudanças. A prática regular de yoga e meditação lhe dá uma base física, cerebral e emocional para “mudar”.

 



em Parábolas e compartilhar
Sandro Bosco às 16h07
O néctar da juventude

O néctar da juventude

R.Setton

KURMASANA

Kurma significa tartaruga.
Este asana é dedicado à Kurma a tartaruga encarnação de Vishnu, o Deus mantenedor do universo.  Conta-se nas escrituras que muitos tesouros divinos foram perdidos numa
grande enchente universal inclusive o néctar com o qual os deuses preservavam sua juventude.  Para reencontrar os tesouros perdidos, os Deuses fizeram uma aliança com os demônios e juntos reviraram o “oceano cósmico”. Vishnu se transformou na grande tartaruga e mergulhou para o fundo do oceano.  Ele carregou o Monte Mandara nas suas costas e fez dele o seu bastão. Enrolada na montanha estava a Serpente Divina Vasuki como uma corda.  O oceano, foi revirado pelos esforços conjuntos dos Deuses e Demônios. Ele puxava a corda ( Vasuki) criando um efeito “iô-iô” (enrolando, desenrolando).  Do oceano remexido, emergiram o Amrta  - néctar celestial - e vários outros tesouros, incluído Lakshmi, a Deusa da beleza e da riqueza, consorte de Vishnu .
Essa postura deve ser praticada em 3 estágios, a postura final se assemelha a uma tartaruga com a cabeça e as pernas para fora do casco(chamada Supta kurmasana).

BENEFÍCIOS: Esse asana é sagrado para o Yogue, acalma a mente, desenvolve a equanimidade, traz a capacidade natural de permanecer equilibrado e em harmonia no centro, entre as aflições e as alegrias.  Isso faz com que ele se livre gradualmente da ansiedade.  Nesse asana o yogue limpa sua mente dos sentimentos de paixão, medo e raiva.


Fontes: Ligth on Yoga. B.K.S. Iyengar – Editora Harper Collins.


 



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 15h44
Retiro : A Morada do Yoga

Retiro : A Morada do Yoga

 

 

 

Inscrições e informações

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em Aprender e ensinar
Sandro Bosco às 15h21
Prosperidade

Prosperidade

 

A Deusa da Prosperidade

Na tradição hindu comemora-se no início da lua nova   - dia 28 - desta semana as dádivas da Deusa Lakshmi, outorgadora das bênçãos de riqueza espiritual e material. Os agricultores a reverenciam agradecendo a terra pelas colheitas, os comerciantes organizando suas contabilidades e locais de trabalho e assim por diante. Isto foi algo que sempre me interessou no hinduismo ter uma deusa a quem eu possa agradecer pela prosperidade. Como tudo lá nas terras indianas as coisas são carregadas de ritualísticas muito visuais e significativas mas a chave mais simples do ritual que conheço e pratico, é praticar neste dia, ou nesta época: a gratidão, agradecer por cada pequena e grande coisa que se tem, desde uma virtude que se tenha desenvolvido até um bem adquirido. Lembrar que a melhor prosperidade material é aquela que vem com a prosperidade espiritual. O texto abaixo narra o folclore e os significados míticos da "Festa das Luzes - o ano novo hindu" 
O festival de luzes de Lakshmi se chama Diwalli , que homenageia essa Deusa como a esposa de Vishnu (um dos três aspectos da trindade hindu, que representa o mantenedor). Nessa noite, as esposas hindus dançam particularmente para seus maridos. Lanternas de óleo são acesas por toda parte e pratos típicos são servidos. Esse é o Natal hindu, um período de boa sorte e prosperidade. Essa festa tem duração de uma semana.
Um dos costumes associados com o Diwalli é o jogo, especialmente ao Norte da índia. Se diz que nesse dia a Deusa Parvati jogou os dados com seu marido Shiva (um dos três aspectos da trindade hindu, que representa a transformação) e declarou que quem jogasse na noite de Diwalli, prosperaria durante todo o ano seguinte. Ainda hoje, os hindus conservam a tradição do jogo de cartas.
Diwalli é de grande importância para a comunidade dos negócios. As casas e locais de trabalho se renovam e se decoram. As entradas se adoram com lindos motivos tradicionais de desenhos Rangoli para receber a Deusa da riqueza e da prosperidade. Para indicar sua tão esperada chegada se desenha por toda a casa pequenas pisadas com farinha de arroz. As lamparinas e velas devem ser mantidas acesas por toda a noite. As mulheres compram algo de ouro ou de prata, ou algum utensílio novo para ser usado nessa noite.
Ao entardecer, quando se acendem as velas e lâmpadas de azeite, se venera a Deusa entoando canções de devoção e lhe é oferecido também, doces tradicionais.
Os hindus devotos, creêm que Lakshmi atrai a boa sorte e a prosperidade. Se uma mulher é alegre e trabalhadora, se é boa cozinheira, ama a casa e os filhos, e se seu marido prospera, então seus amigos dizem:
-"Tua mulher é uma verdadeira Lakshmi", ou seja, a mulher atrai a boa sorte. Normalmente a mulher casada, particularmente a mulher jovem casada e com filhos, é considerada portadora de boa sorte, pois apresenta aspectos da Deusa Lakshmi, ou seja, o arquétipo ativo da Deusa.


 



em Espiritualidade
Sandro Bosco às 11h14
Formas de aprender

Formas de aprender

 

Curso de Formação de Professores no Yoga Dham:

 Momento de explicação do asana (postura) associado a visão da coluna vertebral.

Olhar é uma das formas de aprender sobre os yogasanas. O exemplo mostrado na foto tem a função de nos apontar este instrumento onde o aluno consegue visulaizar melhor o que acontece durante a execução do asana em sua coluna vertebral e em locais que seus olhos não alcançam.



em Aprender e ensinar
Sandro Bosco às 11h09