Aula de yoga na reunião do G20
Li esta semana na mídia, em uma das manifestações para o encontro do G20, um banner com aquela mensagem básica: lembrem-se do povo e do planeta!
Na filosofia yogue e prática do norte da Cachemira / Índia, já com alguns milênios de existência, encontramos o princípio dos três “malas” que em sânscrito pode-se entender como grilhões, amarras. Estas amarras prendem o ser humano a uma visão ilusória de exsitência humana. Uma delas chama-se anavamala, que é a noção de que eu sou eu e o outro é o outro. É um véu de ilusão mas que ajuda muito na hora de uma decisão (egoísta) pois eu sou eu e dane-se a outra pessoa, o meu país é o meu país e dane-se o outro,e agora não dá para falar o meu planeta é meu e dane-se. Dane-se quem ?
Estamos no mesmo planeta! Anavamala é como um véu de maya - de ilusão - que não me faz perceber a unidade entre todas as formas vivas animadas ou inanimadas. Este véu cria a sensação de separação que tanto nos faz sofrer e buscar felicidade e satisfação fora. Mas no momento que eu consigo ver isto em tudo e viver isto, me tornei um yogue, unifiquei minha visão de mundo e de universo. Dizem que as aparências enganam, mas me dá a impressão, ou parece, que este é um bom momento dos presentes na reunião do G20 terem pensado assim. Será? Quem é que ia dar uma boa aula de yoga para o G20, ninguém lembrou disto?
Falha na programação!
MODELO DE AULA DE YOGA PARA A REUNIÃO DO G20 QUE FICOU (TOMARA) PARA A PRÓXIMA

Roteiro para a aula de yoga para a reunião do lideres do G20 - (estava escrito) o professor ia propor: "vamos abaixar a cabeça, voltar o rosto para baixo, conectar o coração com o solo, agradecer a mãe terra por tudo que nos deu até agora e que a energia latente nas profundezas da terra , diretamente do coração desta mãe chamada natureza, que nos ajude neste momento a pensar e decidir com a "limitada razão" mas vindo de dentro deste oceano do coração!










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