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O silêncio reduz o stress!

O silêncio de palavras, o jejum da fala, reduz o estresse mais do que o silêncio dos ruídos externos.

Vejo que pesssoas facilmente estressáveis não aguentam permanecer em silêncio de palavras. Por outro lado depois da minha prática de yoga e meditação estou relaxado, bem comigo mesmo e não sinto necessidade de falar. Quanto depois de uma aula de yoga vejo os alunos quietos, relaxados e sem vontade de falar, vejo neles o mauna natural como resultado do yoga.

Há muita mentira na fala e há  muita verdade no silêncio. Durante a prática do  mauna  - a disciplina yogue do silêncio – me faz  pensar duas vezes antes, do que eu iria falar, se não estivesse dentro daquele voto do silêncio. Me faz reparar como tanto da fala que gasto é desnecessária e  vem só de uma ansiedade egóica de provar o nada para coisa nenhuma. Muitas carências vão junto no ato de falar e não são supridas pelo ato de falar. Quando o silêncio é motivado pela tristeza,  sedução, ou na intenção de conseguir algo de outra pessoa, isto só me mantém na superfície da vida ou da comunicação com os outros. Mas quando o silêncio vem por uma intenção de conter o prana - a energia vital - e usá-lo para ter a força necessaria para voltar-me para dentro, aí tem sido diferente. É quando me pergunto: Quem é aquele que reconhece o próprio silencio por detrás das palavras?  Quem é aquele que escuta o que os ouvidos só ouvem? A prática deste tipo de silêncio, tem me trazido uma percepção muito boa daquilo que está além das palavras e de poder articular para mim em palavras o que só o silencio pode me dizer sobre mim mesmo.



Diz o ditado: “A fala é de prata e o silêncio é de ouro”.


 



Sandro Bosco às 22h28
Não tenho nome e nem forma.

 
 

Não tenho nome e nem forma.

Criatividade

Sempre reflito como criatividade é algo infinito. Se infinito é exemplo para Deus, criatividade é divina. Vejo e me maravilho com ela toda hora, no marketing, nas ciências, na propaganda, nas artes, no convívio humano e hoje tive esta experiência na minha meditação matinal. Acordo cedo, antes da cidade, para poder usufruir do mínimo de ruídos, mesmo os dos pássaros.
É muito bom!



Uma experiência de meditação

Hoje estava, no início, observando as flutuações da mente, um pensamento aqui,  outro ali, quando decidi entrar naquele estado de alerta pleno e  esperar atentamente pelo próximo pensamento. Vez por outra utilizo deste recurso e funciona bem. É interessante como o pensamento entra sorrateiramente por associação (parece uma serpente) com alguma sensação no corpo, uma lembrança ou dando nome há um ruído, mesmo que seja da minha própria respiração e aí pronto: cresce num contínuo e vem a dispersão. 


Avancei na técnica

Mas como o estado que criei era de esperá-lo antes que ele chegasse resolvi prestar atenção dando ainda um “up-grade” em perceber se ele  - pensamento - entrava ou iniciava no momento da saída do ar, da entrada ou da parada natural do movimento do prana –respiração -, o famoso intervalo entre dua respirações. Foi fatal, entrei em profundo silêncio na mente inclusive permanecendo a noção da identidade interna sem nome e sem forma. Eu podia me observar com total clareza de mim mesmo e saber o que eu era, mas sem movimentos da mente, sem pensamentos, sem rotulação. Mais tarde dirigindo para o Yoga Dham, minha escola em São Paulo, é que me ocorreu de que mesmo na meditação diária podemos renovar algo, ser criativos, acolhendo um insight e fazendo algo que eu nunca tinha feito.


 

ESTÚDIO YOGA LEVA PARA BAURU

    WORKSHOP MEDITAÇÃO com SANDRO BOSCO.

     "DE ONDE VEM OS SEUS PENSAMENTOS?"

DIA 8 DE AGOSTO.

Local: Av. Nações Unidas 21-81 ( hotel Vitoria Régia)

BAURU /SP.

 INFORMAÇÕES: 14 -9735-5518 OU

giovanaprado.yoga@hotmail.com



em Espiritualidade
Sandro Bosco às 13h44
As mãos unidas atrás do peito

 
 

As mãos unidas atrás do peito

PARSVOTANASANA - postura do alongamento lateral intenso. Nesta maneira clássica de execução desta postura, com as palmas das mãos unidas atrás da costas  - paschima namaskara mudra -, auxilia a abertura do peito abrindo a coluna na região toráxica e favorecendo contras dores de ombros e pescoço.



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 18h16
O Agricultor e o Ladrão

 
 

Conta uma história que ...

 Um agricultor despertou, no meio da noite, com ruídos no pomar. Cuidadoso, saiu, lutando contra as trevas, para tentar descobrir o que os provocava. E eis que se deparou com um ladrão que, no alto de uma das árvores, tirava-lhe os frutos, jogando-os num saco.
  O agricultor, então, correu, apressado, para dentro de casa, e dali a poucos instantes voltou com um volume nos ombros, que, entre as sombras, mal se distinguia, suspirando aliviado:
“ Sorte a minha que o homem ainda permaneça lá em cima, entre os galhos da árvore”, pensou.
  E, rápido, descarregou dos ombros uma escada, que apoiou ao tronco:
 “Se chego tarde, ele descia. E, com toda essa altura e ainda o peso de um saco tão grande, acabaria se machucando.” 


Simplicidade infantil

Esta história vista do ponto da pureza me parece rica. Muitas vezes em jogos com os meus filhos pequenos vi que eles estavam tentando me ajudar a ganhar para que eu me sentisse bem, já que eu estava aprendendo o jogo. Outras vezes eu tentava trazer o senso de vencer e me pareceu ridículo pois eles não estavam focados em competir apenas em se divertir e estar junto em boa companhia.


Shivaismo da Cachemira

 No Shivaísmo do norte da India há um ensinamento chamado de Karma Mala. Este é um dos grilhões que nos prende a realidade limitada. Ele ocorre quando estamos atrelados a noção de "autoria da ação". Isto envolve querer o reconhecimento dos outros. Como diz um sábio contemporâneo 'se estou me sentindo inferior ou superior numa relação, ou numa mera conversa, estou iludido pelos ditames do ego e por isto sofrendo'. Procure em uma conversa perceber o quanto sua atenção  flutua para uma sensação ou outra, e saiba que isto é um exercício de meditação. Quando o "observador", também chamado de consciência, observa  os movimentos internos do ego, é quando você não está se identificando com ele nem com seus pensamentos, isto é o observador e portanto é o momentodo 'puro meditador'.


 



em Parábolas e compartilhar
Sandro Bosco às 18h04
Gratidão versus reclamação.

 Pausa para reflexão
Uma das grandes vantagens que o ser humano tem na sua vida é o poder de escolher entre "agradecer ou reclamar" . A  crítica que ouço quando trago este tema é: “mas quem só agradece não está procurando melhorar sua própria realidade.”
De fato isto pode ocorrer, mas, uma coisa não está atada a outra.
Quem sempre agradece é quem está mudando a sua realidade:
 - Interna.
Vá mais fundo
Se você já teve a coragem de investigar e perceber que é quando você muda a (sua) realidade interna é que você muda a realidade externa então já pode parar de ler este “post” por aqui, se não é o seu caso; vamos em frente!


Reclamar fomenta stress
No pano psicológico reclamar gera insatisfação pois a informação que você esta mandando para o mundo e para você mesmo (suas células, neurônios, estômago ...), é de que sempre está faltando algo na sua vida e para a mente sempre estará.
No plano psicofísico, é o alimento ideal para manter o nível de stress no cérebro alto ou no mínimo crescente.


Em sala de aula
Vejo em sala de aula alunos e alunas que mesmo quando conseguiu fazer um yogasana - postura  - de alto nível de dificuldade, continua reclamando do corpo “que ele não está respondendo nisto ou naquilo, ou como ele gostaria de mais flexibilidade, de força ..." e por aí vai.  É momento que ele só valoriza a dificuldade e não reconhece o êxito.


Transformação
E no nível existencial ou espiritual?
Gratidão traz a mente para o presente e liberta você da mesquinhez. Traz o poder de reconhecer  a própria realidade e não ficar acreditando que deveria ser outra coisa se na verdade é aquilo que está acontecendo.
Reclamação leva a mente para o passado e sempre achará motivo para nutrir o sofrimento interno ou por causas grandes ou por causas pequenas e miseráveis.

 

 



em Saúde: corpo e mente
Sandro Bosco às 13h34