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Era uma vez ....

 
 

Era uma vez ....

PERGUNTA - Com tantas publicações, com tantos recursos na via eletrônica e tanta informação tecnológica até aonde é imprescindível ter um professor para aprender Yoga?


RESPOSTA -

Se estamos falando de yogasanas – posições de efeito psicofísico -  e pranayamas – controle da respiração -  podemos ter claro a função do professor. Se recorrermos aos princípios do alinhamento do corpo sempre teremos claro até aonde chegamos com a visão externa de um professor. Yoga envolve não só o crescimento do domínio do físico e da consciência corporal , mas também do aprendizado no campo fisiológico, mental, emocional e espiritual. Todos os aspectos internos e externos do ser humano estão em jogo e em desenvolvimento e um professor conhecedor dos efeitos das asanas, por exemplo, pode orientar o aluno no sentido de ultrapassar os obstáculos com segurança. O princípio da reciprocidade existe na relação, uma vez que o aluno aprende e o professor aprende se aprimorando no exercício de ensinar.


 

Era uma vez .... umdiscípulo que relatava para o mestre uma grande experiência interior, após 12 anos de prática ininterrupta das técnicas ensinadas a ele por aquele mestre.

“Durante a prática do yoga e meditação eu tive a visão de uma imensa cachoeira mas que não era de água mas sim de luminosas pedras preciosas como rubis, diamantes e esmeraldas e fiquei extasiado.”

O mestre e o interrompeu indagando “E aí, o que fez você, voltou sua atenção para a técnica?”

A técnica contém o ensinamento, ela não é mais importante que a compreensão do seu processo de crescimento, mas, nela está contida a essência do precioso ensinamento.


 

Sim, o professor é importante!




em Parábolas e compartilhar
Sandro Bosco às 18h03
O meu e o seu.

 
 

O meu e o seu.

Eu falei "aquela é minha aluna" e aí refleti se era mesmo um fato? Talvez somente ela possa dizer 'ele é o meu professor'. As noções do 'meu' e do 'seu' acompanham as nossas refrências mentais e mundanas mais fortes e ilusórias e são a raiz do apego e do desejo - ragat - que traz tanto sofrimento. O sábio yogue do sul da India, Sri Ramana Maharish, raramente (ou nunca?) usava estes pronomes em sua fala. Quando a mente humana está livre deste limites está em um espaço de total liberdade interior. Uma pessoa assim é chamada no yoga de Jivanamukta - alma encarnada  liberta - que já alcançou o estado mais pleno de existência.   



em Espiritualidade
Sandro Bosco às 09h36
A paz almejada.

Virabhadrasana II - posição do guerreiro II

Para um professor e praticante de yoga, oque é mais importante: 10 minutos de permanência neste yogasana  - posição - ou 10 minutos sem pensar algo de ruim sobre alguém?

Se a mente não está livre de julgamentos é muito difícil encontrar a paz almejada pela prática de yoga.




Sandro Bosco às 15h14