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Viagens e programas
Ecos do retiro: silenciando a mente ...

 
 Sandro,
Adorei ter ido ao retiro!
Tive várias experiencias inesperadas justamente porque a mente e o corpo estavam em silêncio.
Ao fazer uma caminhada sozinha pelo bosque vi dois esquilos numa árvore e fui me aproximando devagar e fiquei observando-os; para minha surpresa, eles não fugiram. Senti que eles não se sentiram ameaçados e foi uma sensação ótima de estar tão conectada com a natureza.
Durante a última meditação vislumbrei Lorde Ganesha e a luz ficou mais intensa e mergulhei na luz!
Voltei com um sentimento de caminho livre, sem obstáculos!
Obrigada mais uma vez!
Namastê,
Eliana Abdo.

RETIRO - Prática de yogasanas.


 

 RETIRO - Prática de yogasanas.




Sandro Bosco às 21h54
Yoga - gostinho de unidade

 
Somos um ser social também na prática de yoga. Muito se aprende praticando yogasanas em grupo. Aprende-se a poder olhar a outra pessoa na postura e corrigir-se sem sentir-se melhor ou pior sem compara-se e este é um grande aprendizado. Aprende-se a perceber que aquela postura que você tem dificuldade o outro tem facilidade e vice-versa e este é um aspecto bem didático da prática em grupo, no entanto, ainda entre todos, é um aspecto bem externo. Por mais que o mundo ocidental encare yoga como exercício físico, yoga não é exercício físico. A postura é no final das contas um instrumento para interiorizar-se e perceber a unidade onde existe dualidade. A dualidade mais tangível e inicial que se percebe pela prática do yoga está entre a mente e o corpo e iesta percepção se dá pela expansão da consciência. Esta expansão tem o gosto da unidade. No final de uma aula você deve sentir este gostinho. A mente, o corpo e o coração: uma coisa só.
Amanhã no retiro teremos além das práticas em grupo a conivência sadia de 02 dias, uma oferenda profunda da mente e do corpo à unidade do yoga.


Saiba mais sobre o retiro deste fim de semana a 30 minutos de São Paulo: http://tinyurl.com/nh732b

Fotos, perguntas mais frequentes, programações ...


Praticar em grupo  - aprender a não se comparar,  não sentir-se melhor nem pior. Abandonar este tipo de dualidade da mente leva à experiência interior do yoga.




Sandro Bosco às 22h35
Meditação e Yoga para silenciar o corpo

 
 

Meditação e Yoga para silenciar o corpo

Em restaurantes e locais públicos observo como algumas pessoas estão com aparência calma na parte do corpo que está visível acima da linha da mesa e abaixo tem uma perna movimentando sem parar... ansiedade. A mente que está agitada reflete em alguma parte do corpo.
Quando você através de alguns yogasanas – posturas – experimenta e aprende  a parar os pequenos movimentos, aqueles cacoetes do corpo, você vai silenciando a mente . O corpo inquieto é como uma boca que não para de tagarelar,  gasta energia a toa. Estar em um retiro permite que isto ocorra de forma muito natural e intensa. O silencio do corpo e da mente  vem com a  entrega deste presente que você escolheu para si mesmo para o fim de semana.


Saiba mais sobre o retiro deste fim de semana: http://tinyurl.com/nh732b


 




Sandro Bosco às 14h00
India: solidariedade sem discriminação

 

Quero saber quando esta novela na TV da Índia vai acabar? Deve ter muita informação sem pé nem cabeça sobre a India.
Por ser professor de Yoga e já ter ido várias vezes a Índia volta e meia sou questionado das coisas mais estranhas sobre seus usos e costumes.
Hoje li este trecho do escritor uruguaio que pelo que percebi serve para os conhecedores da Índia confundidos   pela novela.
Mostra um aspecto humano daquela cultura.

 


 Image: Mumbai train.

 


“Os trens de Bombaim, que transportam seis milhões de passageiros por dia, violam as leis da física: neles entram muito mais passageiros que os passageiros que neles cabem. Suketu Mehta, que sabe dessas viagens impossíveis, conta que depois que parte cada trem lotadíssimo, há gente que o persegue correndo. Quem perde o trem perde o emprego,
E então, dos vagões brotam braços, braços, braços que saem pelas janelas ou pendem dos tetos, e ajudam os relegados a subir. Esses braços do trem não perguntam ao que chega correndo se é estrangeiro ou nascido aqui, nem perguntam que língua fala, nem se acredita em Brahma ou em Alá, em Buda ou em Jesus, nem perguntam a que casta pertence, ou se é de casta maldita, ou de casta alguma.”  Eduardo Galeano – Espelhos -

 

 

 

 



Sandro Bosco às 17h42
Yoga, meditação e natureza

 
 

Yoga, meditação e natureza

Depois de uma semana sem dar aulas fiquei em plena natureza aproveitando para intensificar minha prática e estudos de yoga e meditação.
Regularmente me lembro da importância que vários yogues contemporâneos dão aos resultados advindos de estar pelo menos uma hora por dia sozinho em silencio praticando yoga ou alguma tarefa que permita uma auto-reflexão e contemplação, ou pode ser: escrever, ler, criar. Os sábios também recomendam uma semana inteira de isolamento a cada três meses. Das duas a segunda tem sido mais difícil, mas sei que os frutos são compensadores. Este perídodo mais longo me dá sempre uma reavaliação natural daquilo que considero necessário nesta vida, antes e depois desta espécie de retiro. Re-descubro que yoga, meditação e natureza são ingredientes necessários de uma receita saborosa e proveitosa.


 



Sandro Bosco às 17h58
Yoga em Família!

Yoga em Família!

 

 

Aguardo vocês !!!!!!!

Crianças não pagam!

Mais informações pelo http://www.yogadham.com.br

 



Sandro Bosco às 12h19
Não alimentar expectativas.

Não alimentar expectativas.

 

Este foi um dos ensinamentos que Arun mais trocou comigo nas nossas muitas conversas nestes quatro últimos dias.
Este fim de semana passamos em São Paulo no Yoga Dham com Arunji de Bangalore Índia onde ele tem o seu próprio studio de yoga. Ele é discípulo direto de B.K.S.Iyengar e ensina desde 1974 sobre a orientação do seu guru, mundialmente conhecido. 
Incluo neste post de hoje  alguns depoimentos das muitas pessoas que estiveram neste grupo e com as quais compartilho da mesmo sentimento.

Querido Sandro e Arun
Amei a simplicidade, a humildade e a forma amorosa como o prof. Arun nos passa seus conhecimentos.
Nos ensina a sair dos padrões e entrar em nossa prática de maneira sincera e suave!
Tudo de OM, Renata Ventura

 

 

Sandro e Arun
Obrigada por esta oportunidade.
Arun enriquece nossa vivência no yoga com as histórias que conta, com a forma seqüencial e tão variada dos asanas, as ações precisas com suavidade e doçura no olhar.
A sugestão para quebrar nossos hábitos é de grande necessidade para experimentarmos novo, sair dos padrões.
Sou muito grata por vivenciar novas possibilidades.
Namaskar: Prema-Fernanda

 

 

Arun demonstrando Akarna Dhanurasana

 


Thank you Arunji



Sandro Bosco às 17h53
O Japão nos presenteou com o Zen ... obrigado

O Japão nos presenteou com o Zen ... obrigado

 

 

Um ótimo programa de fim de semana são as comemorações em São Paulo dos 100 anos da imigração japonesa com exposições e eventos e isto me remete as minhas viagens ao Japão. A segunda vez que fui naquele país precioso pude me deliciar com as maravilhas dos templos de Kyoto e da cultura e arte Zen.
Sou apaixonado pelo Zen. Para mim a prática de yoga deve ser um caminho ao estado sem palavras e sem a mente, que me conecte com o que está por detrás das palavras e por detrás dos pensamentos, que é a essência Zen.
O termo japonês Zen (em chinês Ch'an) é a forma abreviada de Zenna, derivado do chinês Ch'an-na, que por sua vez vem de Dhyana  (meditação em sânscrito).  Isto se deu pelo caminho do Budismo da Índia (uma vez que Buda nasceu lá) à China e finalmente ao Japão.
Como definiu um autor :  “O Zen não possui qualquer doutrina ou filosofia especiais, dogmas ou credos formais e afirma que essa liberdade perante todas as formas fixas de crença torna-o verdadeiramente espiritual.
Os Koans eram cuidadosamente preparados para fazer os discípulos se aperceberem das limitações da lógica e do raciocínio, parar o processo do pensamento e prepará-lo para a experiência da verdadeira realidade não-verbal”.
Quando o mestre indiano de yoga, B.K.S. Iyengar foi ao Japão, foi convidado a dar aulas para monges  Zen e após a aula eles agradeceram dizendo que todo o trabalho da consciência no corpo gerando alinhamento nos exercícios era o mais puro Zen.

Megulhem neste Koan ...


Um monge, buscando instrução, disse a Bodhidarma: “ Minha mente não tem paz. Por favor, pacifique a minha mente".
“Traga sua mente, perante mim”, respondeu Bodhidarma,”e eu a pacificarei”
“Mas quando busco minha própria mente não posso encontrá-la”, respondeu o monge.
“Pronto!”, retrucou Bodhidarma, “Pacifiquei a sua mente!”



Sandro Bosco às 14h48
Samsara

Samsara

 

Um programa bom e barato par este fim de semana é assistir o filme - em DVD nas locadoras – Samsara. Este filme já esteve no circuito mais cult da cidade há anos atrás. A história foi rodada num deslumbrante cenário nas montanhas do oriente tibetano e narra um dos grandes conflitos e dilemas das culturas indianas. "Preciso abandonar tudo para me tornar um yogue ? "

Não !!! (eu respondo)

A dificuldade não é desapegar das riquezas, bens materiais ou renunciar aos prazeres do mundo. O "X" da questão é desapegar dos pensamentos repetitivos e dos nossos padrões de comportamento destrutivos e estes estão lá dentro. Por isto o grande remédio é: pratique yoga e desapegue dos desapegos e os obstáculos internos serão vencidos.

Convide seu amigo(a) praticante de yoga e viaje ...

 

 



Sandro Bosco às 17h09
Benares, a cidade viva mais antiga do mundo

Benares, a cidade viva mais antiga do mundo

 

Praticantes de yoga e principalmente professores de yoga acabam indo a Índia.

Como estou no meio, volta e meia alguém me pede sugestões de lugares para visitar.

Uma aluna minha  - que é professora de yoga –  que estava de saída para a Índia  perguntou-me o que eu queria de lá. Eu brinquei e pedi uma pedrinha do rio Ganges. Quando ela esteve em Benares, uma cidade muito especial, considerada a cidade viva mais antiga do mundo, ela visitou um parque budista chamado Sarnath e lá ela teve uma experiência profunda de paz e só queria sentar debaixo de uma daquelas árvores antigas e meditar, e logo pensou: “a pedrinha que vou levar para o Sandro será daqui!”.

Coincidentemente Sarnath foi um dos lugares que mais me impressionou na Índia pela sua atmosfera absolutamente atemporal e um clima de paz incomparável.

Muitos livros dizem que foi lá que o Sr. Buda deu o seu primeiro sermão depois de atingir a iluminação. Não gosto da palavra sermão, pois me remete ao sermão que todos nós alguma vez já levamos do pai ou da professora da escola. Traduziria sermão por Darshan.

Darshan  significa ver, ter a visão, etc ... É quando um buscador da verdade encontra a sua frente um ser humano especial, um verdadeiro yogue,  onde simplesmente o silêncio interior deste mestre, silencia a mente daquele que esta a sua frente.

Indo a Índia passe algumas horas à toa  em Sarnath.

 

 



Sandro Bosco às 13h19
Um programa simples e barato!

Um programa simples e barato!

 

Semana passada uma jornalista me ligou e perguntou o que eu achava de meditar no parque. No início pensei eu não gosto! Prefiro praticar meditação dentro de casa. Depois me lembrei que já meditei milhões de vezes ao ar livre e que foram experiências ótimas. Gosto muito da maneira Zen ensinada pelo mestre vietinamita, Thich  Nhat Hanh,  no seu livro “Meditar Caminhando”  - editora vozes. Você caminha uns doze metros em linha reta e volta, contando e sentindo bem todos os movimentos. Toda vez que um pensamento se intercala entre você e a ação você pára. Ao parar você reconhece a presença do pensamento e espera ele passar como alguém que cruzou o seu caminho e depois continuou.

Ir ao parque e praticar este tipo de meditação é um programa barato e simples.

 



Sandro Bosco às 16h28